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Mercado Saúde Animal

A indústria de saúde animal, que compreende a fabricação e comercialização de produtos médicos veterinários destinados a animais de produção e animais de companhia (pets), é um setor econômico global em crescimento. O setor global de saúde animal movimentou US$ 32 bilhões em 2016 com o Brasil em 3ª posição no faturamento global.

O mercado brasileiro de saúde animal é um dos mais importantes no cenário mundial. Em termos nominais, desde 2012 o mercado brasileiro registrou uma taxa composta de crescimento anual de 8,1%, chegando em 2017 a um valor de R$ 5,3 bilhões:

 

O segmento de animais de produção subdivide-se em ruminantes (gado de corte, gado de leite, ovinos e caprinos), equinos, aves e suínos. Os níveis de produção e qualidade deste segmento de mercado são críticos para responder ao aumento da demanda à escala global, fruto do aumento da população mundial e dos padrões de vida da mesma, particularmente nos mercados emergentes.

No Brasil o segmento de animais de produção representa perto de aproximadamente 81% do mercado nacional de saúde animal, com receitas de aproximadamente R$4,3 bilhões em 2017.

Segundo o SINDAN, entre 2012 e 2017 este mercado tem crescido no Brasil, em termos nominais, a uma taxa anual de aproximadamente 7%, com fortes fatores que justificam este crescimento, dentre os quais destacam-se:

• aumento do consumo de proteína animal e laticínios;
• necessidade no aumento da produtividade; e
• crescente escassez de área mundial disponível para a produção animal
 

O segmento de animais de companhia, ou pets, subdivide-se em cães e gatos. Um termo mais amplo, definido como animais domésticos, que inclui também outros pequenos animais, como peixes, aves, pequenos mamíferos e répteis, é utilizado por agências internacionais como o Euromonitor e a Vetnosis.

Acreditamos que o forte crescimento econômico mundial ao longo dos últimos anos, em particular nos países emergentes, levou ao aumento do rendimento disponível dos cidadãos mundiais, acarretando no aumento de animais domésticos, ou pets, à escala global. Outro fator a ser considerado é a proximidade da relação de convivência das pessoas com esses animais dentro de suas residências.

Esses pontos levam ao aumento da demanda de cuidados com os pets, ocasionando o desenvolvimento da medicina veterinária e da indústria do segmento com o surgimento constante de novas soluções para os animais de companhia incluindo vacinas e medicamentos capazes de aumentar a expectativa e a qualidade de vida desses animais.

No Brasil, com o aumento da renda disponível e melhoria do padrão de vida, o gasto com pets apresenta tendência crescente, tanto em termos absolutos, com o aumento da número de animais de companhia, quanto unitariamente, considerando os gastos incorridos pelos donos de animais domésticos.

O Brasil apresenta um alto índice de penetração de cães, com um percentual de aproximadamente 46,0% de famílias possuindo esse tipo de animal de companhia, de acordo com dados do IBGE.

Não obstante o setor de saúde animal representar aproximadamente 7,8% do segmento de animais domésticos no Brasil (que abrange, ainda, os setores de alimentação para animais domésticos e demais produtos), observa-se um crescimento brasileiro superior ao do mercado mundial.

O aumento do gasto per capita com animais de companhia está diretamente relacionado ao comportamento da sociedade o que é potencializado com a variação de classe social e a renda disponível da população, com uma variação de cerca de 30% de gasto per capita para cada classe social, entre as classes C, B e A. No Brasil, desde o ano de 2003 até 2013, verificou-se uma migração de 14 milhões de pessoas para a classe A, provenientes da classe B, e a migração de 48 milhões de pessoas para a classe B, provenientes da classe C. Cerca de 62 milhões de pessoas aumentaram significativamente os seus níveis de consumo durante este período, inclusive relacionado ao segmento de pets.

Pets

Em 2017, o segmento de animais de companhia, no Brasil, representou aproximadamente 19% do mercado total de saúde animal, com receitas de aproximadamente R$1,0 bilhão.

Desde 2012 até a 2017, o mercado de saúde animal para o segmento de pets tem crescido no Brasil, em termos nominais, a uma taxa anual composta de 15%, com fortes fatores para justificar este crescimento, dentre os quais destacam-se:

• mudança de comportamento na formação de novos perfis de famílias.
• aumento da renda disponível dos consumidores donos de animais de companhia;
• aumento da expectativa de vida das pessoas;
• valorização da relação entre pessoas e seus pets colocando-os como membros da família e consequentemente parte do orçamento; e
• verticalização dos grandes centros urbanos o que exige maior cuidados com os animais domésticos.

Fatores como a conscientização sobre a necessidade de cuidados com os animais de companhia através de campanhas informativas para a população, gerando maior preocupação dos donos destes animais em manterem sua saúde, aliado a uma tendência crescente da população em estabelecer residências em espaços mais restritos e localizados em zonas urbanas, estimula o crescimento do segmento de animais domésticos.

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